CRM de Implantação — por fases
⚙ Configurações

Onde o tempo vai i mediana de dias em cada fase, das implantações concluídas

Quantas implantações cada pessoa carrega ao mesmo tempo i o número que faltava para traduzir dias em horas — medido, não estimado

SLA por classificação da implantação i dias corridos do Kickoff à conclusão · medido no histórico

Composição do backlog i quantos itens de cada coisa estão em andamento e quanto tempo isso representa

Lead time por tipo i

Throughput mensal i concluídas por mês · linha = média móvel de 3 meses

Aging das abertas i dias desde o início · escuro = já passou da mediana do próprio tipo

Carga por analista i implantações abertas hoje

Capacidade em implantações por mês i Lei de Little · WIP máximo ÷ (lead time ÷ 30)

Detalhe das implantações abertas i

Glossário e memória de cálculo

O que cada termo significa e como o número é feito

Backlog
Todo card que não está em Concluídos nem em Cancelados. É o trabalho vivo. Fonte: fase atual do card no Pipefy.
WIP (trabalho em andamento)
Quantas implantações estão abertas ao mesmo tempo. WIP atual = nº de cards em fase de backlog O WIP máximo não vem do histórico: é WIP por consultor × consultores ativos, ambos definidos na configuração.
Lead time
Quanto tempo uma implantação leva do início do trabalho até a conclusão. lead = data(Concluídos) − data(Kickoff) Datas lidas do histórico de fases de cada card. No board de Produtos o início é «Em Implantação / Execução», porque lá não existe fase de Kickoff.
Mediana e média
A mediana é o valor do meio: metade das implantações leva menos, metade leva mais. A média é a soma dividida pela quantidade. A mediana é o número principal porque um único projeto travado por dois anos puxa a média para cima e faz o time parecer mais lento do que é. Hoje a média está acima da mediana — sinal exatamente disso.
P25, P75 e P95 (percentis)
P75 = 75% das implantações terminaram nesse prazo ou menos. A faixa P25–P75 é a barra do gráfico: é onde cai a metade central dos casos. P95 mostra o pior cenário realista, sem contar exceções absurdas.
Throughput (vazão)
Quantas implantações o time conclui por mês. throughput(mês) = conclusões naquele mês Contado pelo mês de entrada em Concluídos.
Média móvel de 3 meses
Cada ponto da linha é a média do mês com os dois anteriores. Serve para ler tendência: suaviza o mês em que caíram muitas entregas de uma vez.
Lead time projetado do backlog
Em quanto tempo o time zera a fila atual mantendo o ritmo. projetado = WIP atual ÷ throughput médio mensal Em meses. Não considera novas entradas — é o tempo para dar conta do que já está na mão.
Capacidade (implantações/mês)
Quantas implantações caberiam por mês respeitando o WIP máximo — a Lei de Little. capacidade = WIP máximo ÷ (lead time ÷ 30) Fica vazia enquanto o time e o WIP máximo não estiverem na configuração. Preferimos vazio a número inventado.
Aging
Idade de cada implantação aberta, em dias. dias = hoje − data de início A parte escura da barra são as que já passaram do lead time mediano do próprio tipo.
Porte
Pequeno, Médio ou Grande. Não existe campo de porte no Pipefy — é calculado. pontos = usuários contratados + (credores × peso) As faixas e o peso do credor estão na configuração. O tipo de carga de dados pode subir um porte. Sem os dois campos preenchidos, o card vira «Não classificado» e continua contado.
Concluídas fora do cálculo
Implantações concluídas que não entram na média de lead time por falta de data de início no histórico. São cards que foram de Entrada direto para Concluídos sem passar pelas fases de trabalho. Ficam visíveis de propósito, para você saber o tamanho do que não foi medido.
n e «n<5»
n é quantas implantações formaram aquela média. Abaixo de 5 a média é frágil: um caso fora do padrão move o número todo. Onde isso acontece o painel marca «n<5» em vez de apresentar o valor como se fosse sólido.
Origem: histórico ou manual
histórico saiu dos dados do Pipefy. manual saiu da tela de configuração. Todo esforço em horas é manual por definição: não existe apontamento de hora por tarefa neste processo.
FTE
Equivalente a uma pessoa em tempo integral. 1,0 = jornada cheia; 0,5 = meio período. Configuração, uma linha por pessoa.
% de dedicação
Quanto do contrato da pessoa está alocado em projetos de implantação. É diferente de perda com suporte: dedicação é o quanto da pessoa é do time; a perda de suporte é o quanto dentro dessa fatia é consumido atendendo cliente que já subiu. Descontar os dois pela mesma coisa tira o tempo em dobro.
Fator de disponibilidade
Fração da jornada que sobra para projeto depois de rituais, treinamento, suporte pós go-live e buffer. fator = 1 − (rituais + treinamento + suporte + buffer) Com os padrões (6+4+12+8%), o fator é 0,70.
Capacidade líquida (horas)
Horas do mês que realmente viram entrega de projeto. líquida = (brutas − ausências) × fator × dedicação média Brutas = Σ(FTE × dias úteis × jornada). O painel mostra as 6 etapas na tela para o número fechar com a conta feita à mão.
Demanda comprometida
Horas que faltam para terminar o que já está aberto. restante = esforço estimado × (1 − % concluído da fase) O esforço vem das médias configuradas por tipo, porte, produto e integração.
Utilização, saldo e status
utilização = demanda ÷ capacidade líquida saldo = capacidade líquida − demanda Acima do limite de sobrecarga = «Sobrecarga»; entre a meta e o limite = «No limite»; abaixo = «Folga». Meta e limite ficam na configuração.
Classificação da implantação
Simples, Médio, Intermédio ou Complexo — preenchida pelo time na fase de Kickoff, combinando o tipo de carga de dados com o tamanho do escopo. É a dimensão que manda no esforço quando está preenchida, porque é uma decisão humana deliberada e não um número derivado de campo solto.
Tempo por fase
Dias que a implantação passa em cada fase, na mediana. dias na fase = saída − entrada (histórico de fases) É o que separa execução de espera. Lead time total alto com pouco tempo nas fases de execução significa que o gargalo é resposta, não capacidade.
WIP simultâneo por pessoa
Quantas implantações uma pessoa toca ao mesmo tempo. hoje = cards abertos em que ela é responsável Contado, não estimado. É o número que traduz dias de calendário em horas de trabalho.
Com movimento × parado
Card com movimento trocou de fase nos últimos 30 dias; parado não. Só o primeiro consome o dia da pessoa. Um card esperando retorno do cliente ocupa o nome dela, não o tempo — e é por isso que «carrego 12» e «trabalho em 5» convivem sem contradição.
SLA medido
Dias corridos entre o Kickoff e a conclusão, por classificação. SLA = mediana(conclusão − kickoff) Sai do histórico de fases: ninguém precisou apontar hora. A faixa P25–P75 é a variação real dentro da classificação — é isso que substitui «SLA indefinido» por um intervalo defensável.
Horas derivadas
Tradução dos dias medidos em horas de trabalho. horas = (horas úteis/mês × SLA em meses) ÷ simultâneas por pessoa Dia de calendário não é hora de trabalho: 133 dias de SLA não são 133 × 8 horas. A ponte precisa de um número que só a coordenação sabe — quantas implantações uma pessoa carrega em paralelo. Sai marcada como derivada, nunca como medição.
Item de trabalho
A menor coisa que consome tempo do time. Um card de CRM se decompõe em vários: a implantação em si, cada produto contratado, cada integração a ativar e a migração quando é a Cobmais que faz. itens do card = implantação + produtos + integrações + migração É por isso que «2 implantações» pode significar muito mais trabalho que 2: o que pesa são os itens dentro delas. As horas de cada item vêm da configuração.
Sem preço
Item que aparece no backlog mas ainda não tem duração média configurada. Conta na quantidade e fica fora do total de horas, com a contagem à vista. Nunca é somado como zero.
Unidade de medida
O Modo Fluxo fala em implantações; o Modo Horas fala em horas. Os dois boards também têm unidades diferentes: no CRM um card é a implantação de um cliente; em Produtos é um item de produto. Por isso a tela abre num board só — somar os dois daria um número sem significado.